Pensamento Negro Contemporâneo https://pensamentonegro.com.br Meu site Fri, 14 Mar 2025 13:55:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://pensamentonegro.com.br/wp-content/uploads/2025/02/cropped-LOGO-_-GP-PNC-_-5-32x32.png Pensamento Negro Contemporâneo https://pensamentonegro.com.br 32 32 Homenagem à Profa. Dra. Ana Célia https://pensamentonegro.com.br/2025/03/08/homenagem-a-profa-dra-ana-celia/ https://pensamentonegro.com.br/2025/03/08/homenagem-a-profa-dra-ana-celia/#respond Sat, 08 Mar 2025 08:00:35 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1624

Homenagem à Profa. Dra. Ana Célia

   Neste Dia 8 de Março homenageamos a Profa. Dra. Ana Célia da Silva, intelectual negra baiana, para lembrarmos de todas as pesquisadoras negras que se dedicam à Ciência Brasileira, contribuindo para a construção do pensamento crítico, plural e democrático à serviço da sociedade.

  Para a Profa. Dra. Maria do Carmo Rebouças, do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo da Universidade Federal do Sul da Bahia, a professora Ana Celia da Silva é uma referência nacional na luta antirracista no campo da educação.
“Sua pesquisa sobre a discriminação do negro no livro didático, realizada na década de 1980, é precursora não somente da denúncia da reprodução do racismo institucionalizado nas políticas dos livros didáticos, mas também deu ímpeto à abertura de um campo de estudos sobre Educação, Ensino e Relações raciais”, destaca Maria do Carmo, que é uma das coordenadoras pedagógicas do Curso Educar para Reparar, Orçamento Público e Educação Antirracista.

   “Certamente as pesquisas da professora Ana Célia da Silva, sua produção teórica e sua atuação política nos movimentos negros baianos contribuíram para evidenciar a necessidade de uma política pública voltada para a promoção da equidade racial no ensino, o que veio a ocorrer em 2003”, completa Maria do Carmo Rebouças.

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2025/03/08/homenagem-a-profa-dra-ana-celia/feed/ 0
Série Racismo Estrutural https://pensamentonegro.com.br/2023/11/21/serie-racismo-estrutural/ https://pensamentonegro.com.br/2023/11/21/serie-racismo-estrutural/#respond Tue, 21 Nov 2023 20:44:34 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1

Série Racismo Estrutural

A TV Santa Cruz, afiliada da Rede Globo no Sul da Bahia, apresenta nesta semana da Consciência Negra de 2023 a série ” Racismo Estrutural”, com reportagem e produção do jornalista Abel Dias, o Prof. Richard Santos, Coordenador do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo foi um dos entrevistados da produção.

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2023/11/21/serie-racismo-estrutural/feed/ 0
Hip Hop 50 anos – Cultura de rua e saberes descentrados! https://pensamentonegro.com.br/2023/11/09/hip-hop-50-anos-cultura-de-rua-e-saberes-descentrados/ https://pensamentonegro.com.br/2023/11/09/hip-hop-50-anos-cultura-de-rua-e-saberes-descentrados/#respond Thu, 09 Nov 2023 03:52:14 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=988

Hip Hop 50 anos – Cultura de rua e saberes descentrados!

V Edição da Jornada do Novembro Negro da UFSB

Dando sequência as atividades do Novembro Negro na Universidade Federal do Sul da Bahia, iniciada com a titulação de Mano Brown como Dr. Honoris Causa, no dia 01/11, no Teatro Municipal Candinha Dórea de Itabuna, seguiremos no dia 13 de novembro às 19 horas com o encontro Hip Hop 50 anos – Cultura de rua e saberes descentrados, tema de nossa jornada deste ano e que celebra os 50 anos do Hip Hop organizado no mundo e 40 anos no Brasil. Para isso reuniremos uma constelação de artistas-ativistas dos quatro cantos do país que oriundos do Hip Hop hoje figuram na educação superior, básica, jornalismo de rádio e TV, novelas, são roteiristas, cineastas e doutores da vida compartilhando suas experiências e ainda apresentando o processo de construção do edital de fomento a cultura Hip Hop recém lançado pelo Governo Federal e com dotação orçamentária na casa do 6 milhões de reais.

A atividade é parte do Projeto de Extensão Jornada do Novembro Negro da Universidade Federal do Sul da Bahia, que está em sua V edição. E compõe a agenda oficial da universidade, é organizada pelo Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo e pelo Programa de Pós-graduação em Ensino das Relações Étnico-Raciais, PPGER – UFSB. Neste ano, a Jornada traz como tema” Hip Hop 50 anos – Cultura de rua e saberes descentrados”.

A titulação de Mano Brown inaugura as atividades do Novembro Negro e avançamos com Colóquio, seminários e debates. Acompanhe nossa programação no portal da UFSB e em nossas páginas.

A mesa será conduzida pelo Prof. Richard Santos (Big), Coordenador do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo, e membro da comunidade Hip Hop nacional. Terá participações de Claudia Maciel (Brasília- Articulação nacional do Hip Hop), Mano Oxi (Rio Grande do Sul), Trauma MC e Roberta Teixeira (Batalha do Complexo do Baianão – Porto Seguro), Dj Branco (Casa do Hip Hop Bahia), Renan Inquérito (SP), Claudia Rodrigues (Coletivo Fruições – Ilhéus) Toni-C (LiteraRua) , Leo Matheus (Brasília – UNB-Batalha da Escada), e Thogun Teixeira (Rapper, Ator e produtor, RJ).

Ao final teremos a exibição do documentário “Do gueto a tela: a importância do videoclipe na construção da imagem da periferia”, dirigido por Luaran Simião, sobre o impacto do Hip Hop no Complexo do Baianão em Porto Seguro – Bahia.

Serviço

Mesa – Hip Hop 50 anos – Cultura de rua e saberes descentrados!

Quando? Dia 13 de Novembro , segunda-feira – 19horas – (Modo remoto)

Transmissão pelo Youtube da Jornada do Novembro Negro

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2023/11/09/hip-hop-50-anos-cultura-de-rua-e-saberes-descentrados/feed/ 0
Programação da IV Jornada do Novembro Negro da UFSB https://pensamentonegro.com.br/2022/10/31/programacao-da-iv-jornada-do-novembro-negro-da-ufsb/ https://pensamentonegro.com.br/2022/10/31/programacao-da-iv-jornada-do-novembro-negro-da-ufsb/#respond Mon, 31 Oct 2022 13:22:45 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1919

Programação da IV Jornada do Novembro Negro da UFSB

IV JORNADA DO NOVEMBRO NEGRO DA UFSB
Durante o mês de novembro de 2022 acontece a IV Jornada do Novembro Negro da Universidade Federal do Sul da Bahia. A atividade que compõe a agenda oficial da universidade, é organizada pelo Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo e pelo Programa de Pós-graduação em Ensino das Relações Étnico-Raciais, PPGER – UFSB; neste ano a Jornada traz como tema “Poder, representação e Ensino das Relações Étnico-Raciais”. O evento que fecha a atividade anual da Jornada do Novembro Negro com atividades, cursos e seminários discutirá os avanços proporcionados pela maior inserção de docentes, discentes e pesquisadores(as) nos espaços acadêmicos, e reivindicando um saber plural, inclusivo e não eurocentrado. O que isso significa efetivamente nos espaços de poder da academia e fora dela? Busca-se ainda discutir os limites e significados da representação nos mais variados espaços de poder.

Confira a programação clicando no link: IV JNNEGRO – RELEASE

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/10/31/programacao-da-iv-jornada-do-novembro-negro-da-ufsb/feed/ 0
III Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/iii-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea/ https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/iii-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea/#respond Mon, 24 Oct 2022 17:43:54 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1754

III Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea

Sobre o evento
III COLÓQUIO DE PESQUISA NEGRA CONTEMPORÂNEA

Evento associado à IV Jornada do Novembro Negro, em sua terceira edição o Colóquio objetiva apresentar e discutir projetos de pesquisa, pesquisas em andamentos, produções teóricas que tangenciem o tema Poder, Representação e Ensino das Relações Étnico-Raciais, objetivando o estudo do racismo, do antirracismo e/ou a mobilização de marcos teóricos e metodológicos de pensadores e pensadoras negros e negras contemporâneos.

O Colóquio será realizado de forma híbrida, a partir do campus de Porto Seguro, nos 23 e 24 de novembro e conta com a coordenação dos professorxs Maria do Carmo Rebouças, Prof. Richard Santos e Lidyane Ferreira, além da mestranda Daniele Almeida e do doutorando Naldo Araújo.

 

REGRAS PARA SUBMISSÃO:

Título
Autor (Até três)
Resumo Expandido (no máximo 5 páginas) contendo Objetivo da Pesquisa, Metodologia, Marco Teórico e Resultados.
Três Palavras-chave
Norma ABNT
Cada candidato(a) poderá submeter um trabalho na condição de autor(a) e até dois trabalhos na condição de co-autor(a).


REGRAS DE APRESENTAÇÃO ORAL DOS TRABALHOS SELECIONADOS:

Comunicação Oral contendo:

Objetivo da Pesquisa

Metodologia

Marco Teórico

Resultados

Local: Universidade Federal do Sul da Bahia – Campus Sosígenes Costa – Porto Seguro

Formato: híbrido (plataforma a definir)

 

https://www.even3.com.br/iii-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea-277454/

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/iii-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea/feed/ 0
Livro articula experiência brasileira de raça e racismo no cenário de América Latina e Caribe https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/livro-articula-experiencia-brasileira-de-raca-e-racismo-no-cenario-de-america-latina-e-caribe/ https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/livro-articula-experiencia-brasileira-de-raca-e-racismo-no-cenario-de-america-latina-e-caribe/#respond Mon, 24 Oct 2022 13:17:06 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1909

Livro articula experiência brasileira de raça e racismo no cenário de América Latina e Caribe

Uma das consequências da divisão histórica das Américas entre as coroas de Espanha e Portugal é a pluralidade cultural entre os países de língua hispânica e destes com o Brasil. Os modos pelos quais as noções de raça e racismo se manifestam e as medidas adotadas em cada país são perpassados pelas diferenças dos processos históricos da formação de cada Estado nacional. O livro Race and Racism in Latin America and the Caribbean: A Crossview from Brazil, a ser publicado em dezembro pela editora De Gruyter e assinado por Rebeca Lemos Igreja (UNB), Richard Santos (UFSB) e Carlos Agudelo (Universidade de Paris, França), se propõe a colaborar para articular o cenário brasileiro dentro do escopo latino e caribenho e apresenta novos autores dedicados ao tema da afrodescendência e relações étnico-raciais no país para reforçar a discussão.

Em um contexto de intensa crise sanitária e de encarceramento e morte de pessoas negras, os três autores atualizam o estado das relações raciais no país e na região em cinco capítulos, de modo a favorecer a inclusão de olhares científicos nacionais nos debates regionais e internacionais sobre o racismo e as ações em voga para combatê-lo. Conforme o professor Richard Santos, a base do livro é feito dos resultados de pesquisas “no campo da Antropologia, conduzidas pela professora Rebecca Igreja, que também coordena o Colégio Latino-americano de Estudos Mundiais; no campo da Sociologia, com o Carlos Agudelo e, de modo interdisciplinar, pesquisas minhas no campo da Comunicação e das Ciências Sociais. Importante dizer que todos nós nos colocamos no campo da produção anticolonial, da visibilização de novas epistemes e na certeza que a transformação do mundo virá à partir do Sul, com a estagnação do Norte global. Desta forma que acreditamos que levar o mais longe possível “novas” visões de mundo, histórias e processos não-eurocentrados, e que façam a crítica ao neoliberalismo e aposte numa nova constituição social é um caminho para um mundo possível e mais plural”.

O professor Richard Santos fala mais sobre o livro e as contribuições da obra em entrevista à ACS.


Que tópicos ligados a raça e ao racismo no Brasil estão colocados em interface com as experiências da América Latina e do Caribe?

Professor Richard Santos – O livro foi escrito a três: pela professora Rebecca Igreja da UNB/FLACSO, antropóloga, e com uma grande produção sobre justiça social, pluralismo jurídico e ações afirmativas no Brasil e América Latina; pelo colega colombiano, sociólogo, professor Carlos Agudelo da Universidade de Paris; e por mim, que trago uma larga experiência interdisciplinar no campo da comunicação e das ciências sociais, além de forte atuação social relacionado ao tema.

Digo isso porque procuramos apresentar para o público uma visão ímpar sobre as realidades de nossa região, a pluralidade de experiências, porém, todas sublinhadas pela experiência da dominação colonial, do racialização das populações locais e os movimentos de resistência nascidos a partir daí com a luta anticolonial. Neste sentido, não tratamos a luta anticolonial como regularmente vimos em nossos livros didáticos, considerando os processos de independência política da região, etc. E sim, como algo constante e necessário para nos livrarmos das amarras da servidão, da subalternização dos corpos e da intelectualidade e do epistemicídio. Assim que foi possível trazer um panorama sócio-histórico ímpar, visibilizando os invisibilizados, a intelectualidade negra o protagonismo negro e as experiências de resistência e sobrevivência que não nos contam nas escolas.

Sendo mais objetivo, trazemos cinco capítulos que abordam raça, cor e racismo na América Latina, caso do primeiro capítulo, com uma abordagem historicizante das ciências sociais. No capítulo dois trazemos a história dos predecessores do protagonismo negro à partir do final do século XIX até sua transformação nos anos 1970 e o debate sobre multiculturalismo. Chegando ao capítulo três, discutimos a ascensão do multiculturalismo e as novas identidades étnico-raciais na região. Adentramos o capítulo quatro explorando as possibilidades do signo “raça” como categoria balizadora de direitos e políticas públicas no presente. Apresentamos o debate sobre as classificações raciais, políticas de identidade, o debate sobre cor e raça no Brasil, ações afirmativas e a expansão da extrema-direita no Brasil, e traçamos um perfil sócio-histórico do Movimento Negro na contemporaneidade. Por fim, fechamos o livro no quinto capítulo com um aprofundamento sobre o multiculturalismo e o novo panorama político da região após estas transformações que abordamos no livro desde finais do século XIX. Apontamos que, nos últimos vinte anos, a região viveu uma transformação: de uma invisibilidade “oficial” das populações negras para um giro que trouxe atenção e escuta a esta mesma população. Porém, apesar deste giro, é significativo que as demandas e transformações desta população seguem sem respostas, sendo ignoradas pelos governantes.

 

Em termos de políticas afirmativas e de políticas antirracistas, como o Brasil se posiciona perante outros países da região de interesse do livro?

Professor Richard Santos – Como trazemos no livro, vimos um grande avanço no Brasil, principalmente no período que podemos classificar entre o segundo mandato de FHC e o primeiro de Dilma Rousseff. Ainda que sejam políticas e transformações insuficientes, conforme apontei na resposta anterior, são políticas referenciais para a região onde o Brasil historicamente ocupa lugar de liderança. Ao mesmo tempo, corremos o risco de consagrar a percepção de que foi uma espécie de “avanço paralisante”, na medida que as ações governamentais não necessariamente se tornaram políticas de Estado e que vimos, desde o governo Michel Temer, um desmonte das políticas públicas voltadas para o social. Importante esta demarcação sobre políticas sociais, já que somos uma maioria populacional no Brasil de pretos e pardos, negros, conforme classificação do IBGE, são ações e processos para além das ações afirmativas. Toda política de saúde, alimentação, saneamento, etc, com recorte para o que classifico de Maioria Minorizada, são também políticas pela vida dessa maioria e, portanto, antirracistas. E o que vimos, com especial atenção para a pandemia, foi e tem sido o recrudescimento da dureza da vida para essa Maioria Minorizada.

 

O que marca a experiência brasileira do racismo e da resistência contra o mesmo perante os demais países da AL e Caribe?

Professor Richard Santos -Veja, temos muitas semelhanças, temos na região a ideia de comunidade nacional especial, se no México eles são a tal “raça cósmica”, por aqui somos a miscigenação da “democracia racial”, do país onde todos são bem-vindos, nossa natureza e clima quente nos fazem diferentes. São diferentes abordagens para a construção de seus mitos de origem, de nacionalidade ímpar para povos ímpares, isso é fruto do colonialismo ibérico, o projeto de poder de seus descendentes e de construção de uma narrativa que integra ao tempo que na prática excluí. Alguns colegas informam que no Brasil temos uma espécie de “racismo à brasileira”, onde a marca (fenótipos raciais não-brancos) dizem mais do que a origem em si. Por outro lado, na articulação da resistência e o combate ao racismo no Brasil e região sempre foi uma articulação internacionalizada. Temos registros de cartas e jornais trocados entre a comunidade negra desde fins do século XIX. Apresentamos essas trocas e influências no livro, e isso vai refletir na produção intelectual negra brasileira e da região. Assim veremos a relação com o movimento da negritude, os congressos de cultura negra nas Américas, a movimentação para os Colóquios de Dakar no Senegal e a interação entre nossa intelectualidade.

 

https://ufsb.edu.br/ufsb-ciencia/3766-livro-articula-experiencia-brasileira-de-raca-e-racismo-no-cenario-de-america-latina-e-caribe

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/10/24/livro-articula-experiencia-brasileira-de-raca-e-racismo-no-cenario-de-america-latina-e-caribe/feed/ 0
Sessão especial da câmara de vereadores de Porto Seguro com a UFSB promove debate sobre o 13 de maio https://pensamentonegro.com.br/2022/05/16/sessao-especial-da-camara-de-vereadores-de-porto-seguro-com-a-ufsb-promove-debate-sobre-o-13-de-maio/ https://pensamentonegro.com.br/2022/05/16/sessao-especial-da-camara-de-vereadores-de-porto-seguro-com-a-ufsb-promove-debate-sobre-o-13-de-maio/#respond Mon, 16 May 2022 16:44:38 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1745

Sessão especial da câmara de vereadores de Porto Seguro com a UFSB promove debate sobre o 13 de maio

Sessão especial da Câmara de Vereadores do município de Porto Seguro, proposta pela Presidente, Vereadora Ariana Fehlberg Prates, em parceria com a UFSB, através do Decano do Centro de Formação em Artes e Comunicação, CFAC, Prof.Dr.Richard Santos, coordenador do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo, promoveu reflexão sobre o dia 13 de maio, alusivo a abolição da escravatura no país, comemorou a aproximação das instituições no território e reafirmou a importância da data para a análise e proposta de políticas públicas para a Maioria Minorizada brasileira.

Com apoio da Secretaria de Educação do município e, sob guarda-chuva do Programa de Extensão Jornada do Novembro Negro, o Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo tem promovido a extensão de suas atividades de pesquisa em intervenções para além dos muros universitários e adensado o contato das populações locais com o trabalho realizado junto ao Programa de Pós-graduação em Ensino das Relações Étnico-raciais, PPGER-UFSB, o que têm-se refletido em maior interesse de candidatos/as para o programa na região. Consolidando assim os objetivos de integração, desenvolvimento e transformação territorial previsto pela UFSB desde sua inauguração.

Com a presença de autoridades da região, como o Prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, do Vice-Prefeito Paulo César Onishi ( Paulinho Toa Toa), de secretários e superintendentes municipais e de representantes de movimentos sociais, a sessão foi aberta pela Presidente da Câmara Municipal Ariana Fehlberg e conduzida pelo Prof. Richard Santos que esteve na mesa ladeado também pelas Profas. Maria do Carmo Rebouças, Pró-reitora de Pesquisa e Pós graduação da UFSB e co-coordenadora do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo, Profa. Lydiane Ferreira, representando o PPGER-UFSB, do Supervisor Pedagógico da Rede Municipal de Porto Seguro e Mestre pelo PPGER-UFSB Epaminondas Castro, que na ocasião lançou o livro ” Fora da lei : Uma incursão sobre a lei 10.639/03 em três experiências de gestão pública na Costa do Descobrimento. E da professora da Rede Municipal de Porto Seguro e Mestra pelo PPGER-UFSB Thalita Santos Reis, que na ocasião também lançou o livro ” Resistência e Re[existência] de professoras negras em Porto Seguro: Trajetórias e inscrições de raça e gênero na docência.

O coquetel de lançamento das duas obras publicadas pelo Selo Pensamento Negro Contemporâneo, parceria do GP-PNC com a editora Telha, encerrou as atividades e coroou o momento como significativo ato de reflexão e transformação na práxis.


Crédito das fotos: João Cordeiro – ASCOM-PMPS e Aelson Souza Cardoso – Repórter Fotográfico da Rádio Porto Brasil FM

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/05/16/sessao-especial-da-camara-de-vereadores-de-porto-seguro-com-a-ufsb-promove-debate-sobre-o-13-de-maio/feed/ 0
Câmara Municipal de Porto Seguro Realiza Sessão Especial Pelo 13 de Maio https://pensamentonegro.com.br/2022/05/05/camara-municipal-de-porto-seguro-realiza-sessao-especial-pelo-13-de-maio/ https://pensamentonegro.com.br/2022/05/05/camara-municipal-de-porto-seguro-realiza-sessao-especial-pelo-13-de-maio/#respond Thu, 05 May 2022 13:56:43 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1737

Câmara Municipal de Porto Seguro Realiza Sessão Especial Pelo 13 de Maio

No dia em que se rememora a abolição do sistema escravista no Brasil, 13 de maio de 1888, a Câmara Municipal de Porto Seguro realiza sessão especial denominada “Saberes emancipatórios e insurgentes para uma real abolição”, na ocasião ocorrerá debate sobre o papel do ensino, a educação antirracista e para as relações étnico-raciais na construção de uma verdadeira emancipação da Maioria Minorizada.

Com participação de docentes pesquisadores da Universidade Federal do Sul da Bahia, UFSB, de representantes da gestão da universidade e professores da rede municipal de educação de Porto Seguro, egressos do Programa de Pós-graduação em Ensino e Relações Étnico-raciais da UFSB, o evento contará com uma mesa principal que terá como tema de debate o Pensamento Negro Contemporâneo e a produção de conhecimentos de autores/as do território para uma educação antirracista e emancipatória.

Após a abertura, teremos lançamento e autógrafos dos livros dos professores da Rede Municipal de Educação e membros do grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo, Epaminondas Castro e Thalita Santos Reis. Lançando seus livros, fruto de suas pesquisas no PPGER, e recebendo as/os colegas para a apresentação pública dos mesmos. As publicações são organizadas pelo selo Pensamento Negro Contemporâneo em parceria com a editora Telha, na ocasião outras obras do selo estarão disponíveis para venda.

SERVIÇO

SESSÃO ESPECIAL DA CAMARA MUNICIPAL DE PORTO SEGURO – 13 DE MAIO


TEMA – Saberes emancipatórios e insurgentes para uma real abolição

 

Participantes – Profa. Dra. Maria do Carmo Rebouças – Pró-reitora de Pós-graduação da UFSB.

Prof. Dr. Richard Santos – Decano do Centro de Formação em Artes da UFSB e Coordenador do GP-PNC. Profa. Dra. Eliana Póvoas – Coordenadora do PPGER-UFSB. Profa. Me. Thalita Santos Reis – UFSB /PMPS. Prof. Me. Epaminondas Castro- UFSB/PMPS.

Site – www.pensamentonegro.com
Instagram – @gp.pnc
e-mail– nnegroufsb@gmail.com

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/05/05/camara-municipal-de-porto-seguro-realiza-sessao-especial-pelo-13-de-maio/feed/ 0
Coleção: Pensamento Negro Contemporâneo https://pensamentonegro.com.br/2022/04/16/colecao-pensamento-negro-contemporaneo/ https://pensamentonegro.com.br/2022/04/16/colecao-pensamento-negro-contemporaneo/#respond Sat, 16 Apr 2022 00:02:16 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1711

Coleção: Pensamento Negro Contemporâneo

Há muito que ativistas sociais, acadêmicos e intelectuais dos dois lados desse grande rio chamado atlântico têm-se debruçado a analisar as consequências dos fluxos e refluxos culturais desde a conformação social do que chamamos Brasil em sua relação com o continente africano. Análises feitas intramuros acadêmicos e sem forte relação com as comunidades envolvidas têm sido questionadas por essa Maioria Minorizada como trata Richard Santos. Cansados de serem Sujeitos Desidentificados, resolvem produzir seus escritos e publicar suas visões de mundo. O livro propõe um novo olhar para o continente africano e faz a crítica das abordagens sobre este continente na televisão brasileira, trazendo uma profunda análise da programação da TV pública como ilustrativa dessa Branquitude televisiva.

QUERO COMPRAR

Segundo a cantora e deputada Leci Brandão: neste livro, Richard Santos nos apresenta “Maioria Minorizada” como um conceito teórico, uma ferramenta de análise que nos dá a grata oportunidade de subverter nosso modo de pensar sobre nós mesmos, o país em que vivemos e as relações sociais nele construídas que fazem com que, apesar de sermos maioria numericamente, sejamos percebidos como minoria. Expõe a mídia como um dos fatores que alimentam a estrutura racista e desigual de nossa sociedade, impondo não apenas um padrão estético, mas também uma forma de pensar, um modo de produzir conhecimento, um jeito de ser e de viver branco que nos coloca, enquanto população negra, à margem dos direitos e da cidadania plena.

QUERO COMPRAR

Ao lermos o texto que segue, intuímos que o movimento de escritura – do desvelamento da racialidade do discurso da modernidade jurídica constitucional ao estudo da experiência constitucional haitiana – pressupôs um cruzamento de interdisciplinaridade, giro epistemológico e trajetória. […] A professora Maria do Carmo generosamente fornece um farol à teoria do Direito Constitucional, ao passo em que, além de apresentar a experiência constitucional haitiana revolucionária, desenha um percurso de pesquisa que pode servir a desvelamentos de outras experiências constitucionais.

QUERO COMPRAR

(…) Fora da lei: uma incursão sobre a Lei 10.639/03 em três experiências de gestão pública no Território de Identidade da Costa do Descobrimento, é um manifesto acadêmico exaustivamente costurado por método, teoria e chão da escola. Manifesto esse que alude ao Encontro de Saberes e nos apresenta caminhos de efetiva aplicação da lei 10.639/03 num espaço territorial drenado, constituído por um secular histórico de disputas coloniais, apagamento físico, intelectual e corporal da Maioria Minorizada em seu território. E. Castro, que apresenta a arma da teoria, como “um homem povo”, de sua práxis radical, almeja uma sociedade nova e justa como diria Amílcar Cabral o líder independentista da Guiné-Bissau e Cabo Verde que através da educomunicação e da linha do não ser à Fanon transpassou a linha do ser e nos legou metodologia descolonial possível de ser encontrada nesta obra do insurgente pesquisador e ator social que é E. Castro e sua importância para o extremo-sul baiano, notadamente para Porto Seguro e região. (…)

Professor Dr. Richard Santos – UFSB.

QUERO COMPRAR

Apresentar o trabalho Guiné-Bissau: da independência colonial à dependência da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento é para mim um compromisso e uma satisfação, uma vez que acompanhei praticamente toda a sua construção por mais de cinco anos! Seu conteúdo contribui significativamente para a literatura sobre a cooperação Sul–Sul, emancipação colonial e história da Guiné-Bissau, assim como o processo de recolonização pela cooperação internacional.

Por meio de um árduo e meticuloso trabalho de investigação e análise a autora provoca e motiva o leitor a refletir sobre os contextos que levaram a Guiné-Bissau, com suas estratégias de luta pela independência, a se tornar uma república das mais bem-sucedidas e reconhecidas, atingindo um cenário sincrético de recolonização pela cooperação internacional.
Como a própria autora afirma “esse trabalho cria sentidos, significados e representações”, portanto aproveite essa leitura para fazer a sua releitura.

Prof. Dr. Umberto Euzebio
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sociedade e Cooperação Internacional da Universidade de Brasília.

QUERO COMPRAR

Este livro reflete sobre os conhecimentos tradicionais do Candomblé Congo-Angola e a filosofia dos Bantu, a partir de sua estrutura social/política/filosófica/estética/sagrada, enquanto inspiração poética para concater processos de ensinagens e outras acepções escolares, considerando a circularidade como base conceitual através de uma perspectiva pluriversal, integralizadora de experiência viva do corpo e para o corpo.

QUERO COMPRAR

Este trabalho tem o objetivo de conhecer e analisar criticamente através da coleta de relatos de vida, a análise interseccional de categorias como escolarização e atuação profissional junto às identidades raciais e de gênero de professoras negras do Município de Porto Seguro – BA, a fim de perceber a relação que essas vivências têm com fazeres pedagógicos. No Brasil, há uma maior participação das mulheres no campo educacional. Dessa forma, utilizaremos o recorte de raça e gênero para analisar tais trajetórias e como esses marcadores influenciam nas suas formações. Realizamos entrevistas com as professoras da região para cotejar essa perspectiva. Como metodologia, selecionamos três professoras para a pesquisa e através da análise do discurso produzido por essas mulheres, buscaremos compreender seus processos de formação e fazeres pedagógicos que possam contribuir para a efetivação da lei 10.639/03.

QUERO COMPRAR

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/04/16/colecao-pensamento-negro-contemporaneo/feed/ 0
Anais do Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea – Jornada do Novembro Negro https://pensamentonegro.com.br/2022/03/29/anais-do-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea-jornada-do-novembro-negro/ https://pensamentonegro.com.br/2022/03/29/anais-do-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea-jornada-do-novembro-negro/#respond Tue, 29 Mar 2022 23:46:28 +0000 https://pensamentonegro.com.br/?p=1704

Anais do Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea - Jornada do Novembro Negro

Apresentação
O Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea – Jornada do Novembro Negro é um evento institucional que ocorre anualmente desde 2019, organizado pela coordenação do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo (UFSB/CNPq) com apoio do Programa de Pós-graduação em Ensino e Relações Étnico-raciais do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências e da Pró-reitoria de Extensão e Pró-reitoria de Ações Afirmativas da Universidade Federal do Sul da Bahia. O Colóquio objetiva apresentar e discutir projetos de pesquisa, pesquisas em andamentos, produções teóricas no campo do Ensino e Relações Étnico-Raciais que tenham como objetivo o estudo do racismo, do antirracismo e/ou a mobilização de marcos teóricos e metodológicos de pensadores e pensadoras negros e negras contemporâneos. O Colóquio tem o pressuposto interdisciplinar e pluriepistêmico e abordagem que considera a interseccionalidade dos marcadores sociais da diferença. O Colóquio se organiza em eixos temáticos e grupos de trabalho com apresentação de resumos expandidos escritos e orais e conta com Comissão Científica. Os trabalhos aprovados são reunidos e publicados em Anais. Eles apresentam um panorama consistente de marcos teóricos, metodológicos e políticos da produção intelectual negra do Brasil, América-Latina, Caribe e África e por outro lado visibiliza pesquisas e produções teóricas de discentes, docentes e técnicos do PPGER e da UFSB, de docentes da rede pública de ensino do Sul e Extremo Sul da Bahia e de pesquisadores de todo o Brasil.

Expediente
Periodicidade: anual
Idiomas aceitos para publicação: português
Editores: Coordenação do Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo UFSB/CNPq
Profª. Drª. Maria do Carmo Rebouças dos Santos (Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo UFSB/CNPq e PPGER/UFSB)
Prof. Dr. Richard Santos (Grupo de Pesquisa Pensamento Negro Contemporâneo UFSB/CNPq e PPGER/UFSB)
Autor Corporativo: Universidade Federal do Sul da Bahia
Rua Itabuna, s/n, Rod. Ilhéus – Vitória da Conquista,
km 39, BR 415, Ferradas, Itabuna-BA, CEP 45613-204

Normas para Publicação de Resumos
Os resumos expandidos devem conter o título, o nome do(s) autor(es) – até três -, com filiação institucional e contato do autor principal logo abaixo do título. Resumo deve conter no máximo 5 páginas contendo Objetivo da Pesquisa, Metodologia, Marco Teórico e Resultados, três palavras-chave. Todo o texto deve estar com fonte Times New Roman 12 e de acordo com as normas da ABNT. Cada candidato(a) poderá submeter um trabalho na condição de autor(a) e até dois trabalhos na condição de co-autor(a).

Contato
E-mail extensão: coloquioufsbpnc@gmail.com
Endereço: Rua Itabuna, s/n, Rod. Ilhéus – Vitória da Conquista, km 39, BR 415, Ferradas, Itabuna-BA, CEP 45613-204

Acesse aqui os Anais do Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea – Jornada do Novembro Negro
Anais do I Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea – I Jornada do Novembro Negro Vol. 1 2019

Anais do II Colóquio de Pesquisa Negra Contemporânea – II Jornada do Novembro Negro Vol. 2 2020

]]>
https://pensamentonegro.com.br/2022/03/29/anais-do-coloquio-de-pesquisa-negra-contemporanea-jornada-do-novembro-negro/feed/ 0